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por Valcapelli, colunista ONNE
São
Paulo, por Valcapelli, Colunista ONNE
(Foto: Reprodução)
No último domingo, enquanto realizava uma supervisão de Metafísica
da Saúde para um grupo que já havia concluído todos os módulos do
curso, uma das participantes relatou que frequentava um grupo de
estudo que tem o seguinte lema: “quando a boca cala, o corpo fala”.
Tal colocação foi uma pérola de sabedoria naquele momento. Segundo a
visão da Metafísica da Saúde, a expressar-se verbalmente equivale a
dar vazão aos sentimentos. Quando a pessoa fala, expressa o que
sente, revelando os seus conteúdos interiores. A voz é um veículo
manifestador do ser; constitui uma via pela qual o ser se lança no
ambiente. A fala é um movimento revelador dos horizontes internos.
As colocações elogiosas, por exemplo, são feitas por aqueles que
nutrem bons conteúdos em seu interior; já as queixas revelam as
angústias e os sofrimentos; a maledicência denota a maldade da
pessoa.
Existe o ditado popular “o peixe morre pela boca”. Tudo o que se
fala refere-se ao que existe interiormente. É só deixar a pessoa
falar que virá à tona o que ela pensa ou sente. Quem vive apontando
as falhas dos outros, por exemplo, demonstra falta de coragem de ele
próprio realizar algo, por isso critica a ousadia alheia. O discurso
traz conteúdos a serem despertados pela consciência; em muitos
casos, o seu objeto ainda não foi assumido pelo locutor.
Para a Metafísica da Saúde, esta é uma das principais funções da
fala: trazer à consciência conteúdos internos que ainda não foram
devidamente compreendidos pela pessoa que está falando. Pode-se
dizer que o ouvido mais próximo à boca é o da própria pessoa, assim,
o principal alvo da fala é o próprio falante. Fala-se aquilo que se
precisa ouvir.
A negação se torna mais evidente nas expressões não verbais. O corpo
revela, em forma de gesto e de expressões fisionômicas, aquilo que a
pessoa está sentindo. O que não é verbalizado fica estampado na
fisionomia ou nos trejeitos. A citação do enunciado “quando a boca
cala, o corpo fala” refere-se às expressões não verbais. Geralmente,
aquilo que é negado permanece dentro de cada um e se manifesta no
corpo em forma de expressões corporais e faciais, que são altamente
reveladoras.
A doença também é uma forma de manifestação dos conteúdos emocionais
nocivos que não foram exteriorizados pela voz ou pelo corpo. Esses
agentes não externados prejudicam o corpo e, segundo a metafísica da
saúde, podem causar doenças.
Após ter explanado esse tema na referida supervisão de metafísica,
outra participante
;No domingo último, enquanto realizava uma supervisão de Metafísica
da Saúde para um grupo que já havia concluído todos os módulos do
curso, uma das participantes relatou que frequentava um grupo de
estudo que tem o seguinte lema: “quando a boca cala, o corpo fala”.
Tal colocação foi uma pérola de sabedoria naquele momento. Segundo a
visão da Metafísica da Saúde, a expressar-se verbalmente equivale a
dar vazão aos sentimentos. Quando a pessoa fala, expressa o que
sente, revelando os seus conteúdos interiores. A voz é um veículo
manifestador do ser; constitui uma via pela qual o ser se lança no
ambiente. A fala é um movimento revelador dos horizontes internos.
As colocações elogiosas, por exemplo, são feitas por aqueles que
nutrem bons conteúdos em seu interior; já as queixas revelam as
angústias e os sofrimentos; a maledicência denota a maldade da
pessoa.
Existe o ditado popular “o peixe morre pela boca”. Tudo o que se
fala refere-se ao que existe interiormente. É só deixar a pessoa
falar que virá à tona o que ela pensa ou sente. Quem vive apontando
as falhas dos outros, por exemplo, demonstra falta de coragem de ele
próprio realizar algo, por isso critica a ousadia alheia. O discurso
traz conteúdos a serem despertados pela consciência; em muitos
casos, o seu objeto ainda não foi assumido pelo locutor.
Para a Metafísica da Saúde, esta é uma das principais funções da
fala: trazer à consciência conteúdos internos que ainda não foram
devidamente compreendidos pela pessoa que está falando. Pode-se
dizer que o ouvido mais próximo à boca é o da própria pessoa, assim,
o principal alvo da fala é o próprio falante. Fala-se aquilo que se
precisa ouvir.
A negação se torna mais evidente nas expressões não verbais. O corpo
revela, em forma de gesto e de expressões fisionômicas, aquilo que a
pessoa está sentindo. O que não é verbalizado fica estampado na
fisionomia ou nos trejeitos. A citação do enunciado “quando a boca
cala, o corpo fala” refere-se às expressões não verbais. Geralmente,
aquilo que é negado permanece dentro de cada um e se manifesta no
corpo em forma de expressões corporais e faciais, que são altamente
reveladoras.
A doença também é uma forma de manifestação dos conteúdos emocionais
nocivos que não foram exteriorizados pela voz ou pelo corpo. Esses
agentes não externados prejudicam o corpo e, segundo a metafísica da
saúde, podem causar doenças.
Após ter explanado esse tema na referida supervisão de metafísica,
outra participante concluiu o raciocínio do enunciado, com a
seguinte colocação: “quando a boca fala, o corpo sara”. Essa
colocação autentica o conceito da metafísica da saúde. A
conscientização por parte do próprio doente é um fator significativo
para os processos da saúde. Como foi visto, o ato de falar traz para
a consciência os conteúdos nocivos que bombardeavam o organismo e
provocavam a doença. Falar faz bem para o ser, minimiza as angústias
e evita a somatização de doenças. concluiu o raciocínio do
enunciado, com a seguinte colocação: “quando a boca fala, o corpo
sara”. Essa colocação autentica o conceito da metafísica da saúde. A
conscientização por parte do próprio doente é um fator significativo
para os processos da saúde. Como foi visto, o ato de falar traz para
a consciência os conteúdos nocivos que bombardeavam o organismo e
provocavam a doença.
Falar faz bem para o ser, minimiza as angústias e evita a
somatização de doenças.
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