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Na
escuridão
tudo
existe,
mas
nada
está
manifesto.
A
luz
possibilita
a
manifestação
daquilo
que
encontrava
latente.
A
luz
interior
é a
conscientização
dos
conteúdos
que
existem
na
alma.
É a
certeza
que
podemos;
é
acreditar
que
somos
capazes
de
realizar
tudo
aquilo
que
almejamos
na
vida.
É
quando
o
ser
sai
do
torpor
que
o
mantinha
desconectado
de
si
mesmo,
e
distante
dos
seus
próprios
potenciais,
resgatando
a
auto
estima
e o
auto
valor.
A
luz
interior
nos
lança
para
a
realidade
que
é
sinalizada
pela
luz
do
ambiente.
Quando
a
luz
irradia
no
ambiente,
ela
sinaliza
tudo
o
que
existe
a
nossa
volta.
Por
meio
dela,
desvendamos
a
realidade,
identificamos
os
cenários
que
envolvem
os
elementos
da
vida
material.
Temos
a
percepção
visual
do
mundo
que
vivemos.
Os
sinais
luminosos
permitem
a
nossa
manifestação
na
vida.
Possibilita
a
identificação
o
que
é
agradável,
desse
modo
nos
estimulamos
para
mobilizar
nossos
recursos
internos
na
conquista
daquilo
que
nos
encanta.
A
luz
nos
dá
um
senso
que
norteia
nossa
trajetória
pela
vida.
Através
dela,
reconhecemos
o
espaço
do
ambiente
ao
redor,
sabemos
por
onde
podemos
caminhar,
identificamos
os
semblantes
das
pessoas
que
estão
ao
nosso
lado.
Através
da
luz
reconhecemos
a
vida
e
identificamos
a
realidade.
Ela
nos
faz
ver
a
vida
e
identificar
a
realidade
e
desvendar
as
maravilhas
da
existência.
Com
a
luz,
surgem
as
cores.
A
cor
traduz
a
dinâmica
da
vida,
é o
referencial
manifestador
dos
nossos
potenciais.
Em
cada
raio
repousa
uma
qualidade
do
nosso
ser.
Identificamos
as
cores
fora
de nós;
no
ambiente
elas
se
manifestam,
mas
é
em nós
que
elas
realmente
acontecem.
Você
é
vida,
é
cor,
é
um
ser
atuante,
um
indivíduo
que
acontece,
com
o
brilho
das
cores
você
se
expressa.
Quando
vemos
o
vermelho,
externamos
nosso
poder
sobre
os
elementos
da
matéria.
Diante
do
laranja,
fica
evidente
nossa
capacidade
de
transpor
os
obstáculos.
No
amarelo,
descontraímos
e
criamos.
No
verde,
ponderamos.
No
azul,
acreditamos.
No
índigo
compreendemos
e no
violeta,
dominamos.
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