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Diabetes
é
uma
doença
caracterizada
pela
perturbação
metabólica,
causada
por
insuficiência
de
insulina,
que
provoca
a
elevação
da
taxa
de
glicose
(açúcar)
no
sangue
(hiperglicemia).
No
âmbito
metafísico
o
diabético
é
um
indivíduo
que
tem
um
histórico
de
vida
repleto
de
frustrações
e
sofrimentos,
que
o
tornaram
triste,
rancoroso
e
pessimista.
A
pessoa
perdeu
o
gosto
pela
vida.
Sua
fisionomia
cansada
e
sofrida
revela
a
sua
árdua
trajetória.
Em
sua
grande
maioria
são
mal
humorados,
alguns
tentam
disfarçar
seu
emocional
abalado,
mostrando-se
alegres,
mas
não
conseguem
se
desprender
das
mágoas.
Se
você
tiver
disposto
a se
reformular
interiormente
e
sair
dessa
condição,
o
primeiro
passo
é não
se
colocar
como
vítima;
é
reconhecer
que
de
alguma
forma
você
atraiu
os
acontecimentos
desagradáveis.
Obviamente
isso
não
ocorreu
de
maneira
consciente,
você
não
agiu
com
a
intenção
de
ter
os
infelizes
resultados;
no
entanto,
sua
condição
interna
foi
propícia
a
tais
eventualidades.
Exemplo:
ao
ser
magoado
você
atribui
ao
outro
a
causa
dessa
mágoa,
mas
quem
alimentou
esperanças
e
expectativas
que
o
decepcionaram,
foi
você;
se
os
outros
o
fizeram
sofrer
é
porque
você
abriu
mão
do
seu
poder
de
escolha,
permitindo
que
eles
determinassem
as
"regras
do
jogo".
A
condição
interna
causadora
da
diabetes,
não
se
resume
somente
a
algumas
decepções,
mas
sim,
em não
se
desprender
dos
episódios
ruins
do
passado.
Essas
bagagens
nocivas
a
sua
boa
atuação
no
presente,
compromete
a
capacidade
de
apreciar
as
pequenas
coisas
que
acontecem
ao
redor.
Em
segundo
lugar
resgate
a
docilidade
e o
sabor
pela
vida;
volte
a
confiar
em
si
mesmo.
Acredite,
o
pior
já
passou,
abra-se
para
as
perspectivas
favoráveis
do
presente
e
viva
intensamente
o
aqui-agora.
Encare
os
fatos
vividos
como
intensos
desafios
que
o
fortaleceram
interiormente;
sinta-se
vitorioso
por
ter
transposto
as
experiências
tão
dramáticas.
Lembre-se,
nem
sempre
o
vitorioso
é
aquele
que
atingiu
seus
objetivos,
muitas
vezes
a
vitória
está
no
fato
de
superar
intensos
desafios,
sem
perder
a
dignidade.
Procure
apoiar-se
em
si
mesmo.
Não
dependa
das
condições
externas
para
melhorar
seu
humor.
Resgate
o
potencial
do
ser.
Aprimore
a
qualidade
interna,
e
aprecie
com
mais
ênfase
as
situações
que
te
cercam.
Abandone
o
pessimismo
e
assuma
o
otimismo,
que
a
vida
vai
melhorar,
e a
saúde
fará
parte
de
seus
dias.
DIABETES
INFANTIL
O
número
de
crianças
diabéticas,
tem
sido
cada
vez
mais
freqüentes
nos
tempos
atuais.
O
papel
da
família
é
de
fundamental
importância
para
manter
o
equilíbrio
emocional
da
criança,
que
já
se
encontra
demasiadamente
abalado.
A
maneira
como
a
família
lida
com
a
situação
influenciará
a
criança
na
aceitação
ou
negação
da
doença.
É
melhor
que
ela
compreenda
suas
limitações,
do
que
se
revoltar
com
seu
estado;
para
tanto,
é
necessário
que
os
pais
sejam
compreensivos,
sem
superproteger.
Na
medida
do
possível
evitem
acentuar
as
diferenças
entre
ela
e os
outros
integrantes
da
família,
isso
fará
com
que
a
criança
diabética
sinta-se
discriminada,
reforçando
suas
carências
afetivas.
Esse
estado
emocional
é
um
agravante
do
diabetes.
A
criança
diabética
é
carente
apesar
de
freqüentemente
mostrar-se
arredia
aos
carinhos
e não
gostar
de
beijos.
Geralmente
se
apega
a
alguém
que
se
torna
um
ídolo
para
ela.
Quando
por
alguma
razão
o ídolo
cair,
ela
ficará
profundamente
abalada.
Não
raro
a
diabetes
infantil
surge
após
a
perda
de
um
ente
querido,
o
qual,
a
criança
mantinha
uma
grande
ligação
afetiva.
Essa
pessoa
representava
seu
referencial
de
sustentação
emocional.
Com
o
choque
da
perda
ou a
decepção
do
ídolo,
a
criança
se
torna
triste,
apática
e até
depressiva,
essa
condição
poderá
somatizar
em
forma
de
diabetes.
Algumas
são
mal
humoradas
e
insatisfeitas,
não
se
contentam
facilmente;
outras
tentam
ser
independentes
e
auto-suficientes,
querem
fazer
tudo
sozinho
e não
aceitam
a
colaboração
de
ninguém.
Essas
condições
expressam
a
revolta
e
frustração
que
geralmente
é
provocada
pela
ausência
de
um
ente
querido
ou
pela
frieza
e
indiferença
da
família.
Esses
fatores
abalam
a
criança
diabética
porque
ela
não
tem
um
bom
nível
de
integração
com
a
vida,
por
isso
precisam
de
referenciais
externos
ou
dos
outros
para
se
manterem
vivaz.
É
importante
despertar
nela
o
amor
pela
vida
e o
reconhecimento
dos
seus
próprios
potenciais,
para
que
ela
se
torne
capaz
de
conduzir
seu
processo
de
vida
sem
desmoronar
frente
aos
obstáculos
do
caminho.
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