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Durante
muitos
anos,
a
Medicina
tratava
somente
a doença
e os
sintomas
que
seus
pacientes
manifestavam.
Devido
à urgência
de
tratamento,
os médicos
não
se
preocupavam
em
sentar
com
seus
pacientes
e
pesquisar
sua
história
de
vida
para
saber
o que
estava
acontecendo
para
que
seu
corpo
adoecesse.
Olhavam
o
doente
como
se ele
fosse
dividido
em
pequenas
peças
de uma
máquina
e só
cuidavam
do que
estava
danificado.
Esqueciam-se
de que
o
homem
é um
todo
que
consiste
em
corpo,
mente
e espírito.
Atualmente,
com a
divulgação
de vários
trabalhos
voltados
ao
desenvolvimento
humano
como
um
todo,
muitos
médicos
procuram,
além
de
detectar
os
sintomas,
entender
as
causas
de
tais
doenças,
o que
auxilia
em
muito
a
melhora
de
seus
pacientes.
Foi
com
essa
preocupação
que o
Dr.
Bach
passou
a
cuidar
de
seus
clientes
como
um
todo e
não
somente
em
relação
a doenças.
Estudou
a
homeopatia
e
descobriu
a
genialidade
de
Hahnemam,
que
curava
mais
guiado
pelos
sintomas
mentais
que
pelos
físicos.
Numa
visão
holística,
Dr.
Bach
observa
que
somos
uma
centelha
do
todo e
quando
adoecemos
não só
nos
prejudicamos
como
ao
outro
também,
pois
cada
um faz
parte
desse
universo
divino
e é
como
se
quebrássemos
um
anel
de
ligação.
Estamos
neste
planeta
para,
ao
longo
da
vida,
adquirirmos
conhecimentos
novos
e
eliminarmos,
com
nosso
desenvolvimento,
os
comportamentos
negativos
em
nosso
ser.
Quando
isso não
ocorre,
começamos
a forçar
nosso
ritmo
interno,
o que
nos
levará
a um
conflito.
Quando
uma
doença
se
manifesta
fisicamente,
é
sinal
que o
ser
humano
está
vivendo
um
conflito
entre
a
mente
e a
alma.
Estará
havendo
um
desequilíbrio
emocional,
ou
seja,
uma
das
emoções
apresenta-se
em
desarmonia
e
passa
a
vibrar
energeticamente
de
maneira
oposta
ao seu
eu
interior.
Dr.
Bach
aponta
esse
conflito,
mostrando-nos
que a
alma
é
tudo
que
transcende
o
nosso
conceito
de
divindade,
do eu
superior,
e
aponta
a
mente
como
nossa
máscara.
Dentro
da
linha
junguiana,
as máscaras
são
utilizadas
pelo
ser
humano
para
defender-se
dos
impactos
e das
pressões
sociais.
Elas
impedem
que o
mesmo
assuma
seu
verdadeiro
"Eu"
e em
muitas
situações
protege
a sua
individualidade.
A
doença
começa
a se
manifestar
no
corpo
astral,
este
recebe
influência
direta
do
padrão
vibracional
do
ser.
À
medida
que o
paciente
insiste
em
permanecer
nesse
padrão
ou
comportamento,
a doença
passa
a
somatizar
no físico,
causando
a dor.
Podemos
dizer
então:
"Bendita
seja a
dor
que
vem
para
nos
mostrar
em que
pontos
nossas
energias
estão
bloqueadas
e nos
levará
a uma
transformação
de
nossos
padrões
de
pensamento,
ajudando-nos
a
tirar
nossas
máscaras
para
entrarmos
em
contato
com
nosso
verdadeiro
eu".
Para
ocorrerem
essas
mudanças,
precisamos
estar
predispostos,
pois a
partir
do
momento
em que
resistimos
a
elas,
as
dores
vão
nos
cercando
cada
vez
mais
em
formas
de
complicações
da
doença.
Se
nos amássemos
e
procurássemos
crescer
em
nossa
essência,
não
precisaríamos
utilizar
desse
recurso
transformador;
não
seríamos
agressores
de nós
ou dos
outros.
Ao
identificarmos
a
origem
da
doença,
poderemos
descobrir
qual o
comportamento
que
deve
ter
seu
padrão
vibratório
modificado.
As
doenças
poderão
surgir
através
do
orgulho,
ódio,
egoísmo,
ignorância,
ambição,
etc.
Essas
emoções
em
desequilíbrio
são
contrárias
ao
nosso
verdadeiro
eu ou
self
segundo
Jung.
A
natureza
protege
aqueles
que
ainda
não têm
consciência,
mas
cobra
das
pessoas
que
estão
nesse
processo
de
desenvolvimento.
Como
percebemos
até
aqui,
somos
responsáveis
por
100%
de
nosso
bem-estar
físico,
mental
e
espiritual.
Estamos
inseridos
dentro
das
leis
de
causa
e
efeito.
Quando
procuramos
desenvolver
o amor
universal,
conseguimos
melhorar
nossos
males
físicos.
Se
preferirmos
continuar
com
velhos
padrões
que
hoje já
não
nos
servem
mais,
continuaremos
a
manter
velhas
doenças
dentro
de nós.
A cura
de
nossos
males
está
dentro
de nós
mesmos.
As
receitas
médicas
são
excelentes
acessórios,
porém
a
reformulação
interior
é
essencial.
Observamos
em
nossas
vidas
o
quanto
possuímos
de
interferências
em
nosso
desenvolvimento.
São
regras
e rótulos
que
recebemos
de
nossa
sociedade,
amigos,
pais,
irmãos,
filhos,
etc,
que
acabam
por
sufocar
nossa
verdadeira
essência.
São máscaras
que
passamos
por
adquirir
e que
nos
levam
ao
conflito.
No
caso
dos
pais,
esses
precisariam
compreender
que
possuem
em
suas mãos
uma
pequena
alma
para
ser
orientada
nos
primeiros
anos
de
vida,
isto
é, a
independência,
a
individualidade
e a
liberdade
devem
ser
ensinadas
desde
cedo,
e à
medida
do
crescimento,
caberá
aos
filhos
seus
próprios
passos,
transformando
essa
relação
de
pais e
filhos
em uma
relação
de
amigos.
Caso
isso não
ocorra,
os
pais
acabam
por
tomar
seus
filhos
como
propriedades
e
quando
esses
tomam
consciência
de
suas
vidas,
entram
em
choque
com
seus
pais,
desencadeando
sérios
conflitos
para
ambos
os
lados.
Dr.
Bach
resume
bem
isso
numa
frase:
"paternidade
é um
dever
sagrado
de caráter
temporário,
e
passa
de
geração
para
geração.
Implica
tão-somente
um
serviço
e não
pede
aos
jovens
nada
em
troca,
já
que
eles
devem
ser
deixados
livres
para
seguirem
o seu
próprio
modo
de
ser,
para
que,
tanto
quanto
possível,
se
tornem
aptos
a
cumprir
a
mesma
tarefa
poucos
anos
depois".
Após
todas
esses
estudos,
percebemos
o
quanto
somos
responsáveis
por
nosso
desenvolvimento
e o
quanto
podemos
criar
as
doenças.
Se
conseguíssemos
levar
essas
mensagens
a
outras
pessoas,
estaríamos
ajudando
a que
cada
um
tomasse
consciência
de
seus
males
e com
isso
acabasse
por se
curar.
Através
do Dr.
Bach a
natureza
nos
brindou
com as
essências
que irão
auxiliar
em
nossas
buscas
internas,
ajudando-nos
a nos
libertar
dos
medos,
tensões,
angústias
etc. A
natureza
nos dá
em sua
essência
uma
parte
de sua
força
para
conseguirmos
vencer.
Basta
que
para
isso
cada
um
descubra
seus
bloqueios
e se
liberte
dos
mesmos.
Até
aqui
acreditamos
que
fizemos
o
nosso
melhor.
A
partir
desse
conhecimento,
poderemos
dar
novos
passos
para
nossa
integração
Mente,
Corpo
e Espírito.
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